Zona Franca precisa de mais alternativas

Distante dos centros de manufatura e dos mercados consumidores de seus produtos, o custo logístico das empresas que têm fábricas instaladas em Manaus é defendido como um dos principais argumentos para haver mais investimentos em portos na cidade.

Em 2006, a superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), que tinha interesse em mais investimentos logísticos na região, identificou a vontade da Log-In em construir um empreendimento do gênero.

Com o apoio da Suframa e do governo do Amazonas, foi formalizada a criação da Lajes Logística em outubro de 2007. A Log-In tem 70% da participação dessa empresa. Outros 30% são da Juma Participações – proprietária do terreno -, empresa sediada em Manaus e com negócios pela região Norte do Brasil nos setores de bebidas, eletroeletrônicos, veículos e fabricação de gases industriais.

Hoje, o principal porto da cidade é o de Manaus, área estatal idealizada ainda durante o Império. Depois de ter as obras concluídas em 1919, o porto passou a ser administrado pela Sociedade de Navegação, Portos e Hidrovias do Estado do Amazonas (SNPH) em 1997. Com dez berços de atracação, fica a 13 quilômetros distante da confluência do Negro com o Solimões e atende quase todo o Estado do Amazonas.

Além desse porto, há 14 terminais de uso privativo em funcionamento, liberados oficialmente pela Antaq em Manaus. Um deles é o da Transpetro, braço logístico da Petrobras. É possível constatar ainda a existência de terminais clandestinos na região.

Fonte: Valor Econômico

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