61 fazendas estão lista suja do MTE

Um terço das propriedades mato-grossenses presentes no rol são ligadas a pecuária.  O nome delas está disponível na Internet

Oferecer alojamentos sem condições sanitárias e acomodações adequadas caracteriza o trabalho análogo ao escravo

Conforme Garcia, o igarapé Tarumã – Açu possui características predominantes de lago, mais do que de rio, o que favorece a ocorrência de peixe dessa espécie na área.

Ele explicou que nesse período de seca, o rio apresenta um desnível de aproximadamente 12 metros no volume de água em relação à cheia, resultando em uma grande concentração de peixes. Somado a isto, a ausência de um ambiente natural de alimentação (floresta inundada) das espécies, a área onde as pessoas se encontravam na ocasião (propícia ao descarte de resíduos de comida), contribuiu para que o local ficasse ‘cevado’ e atraísse o peixe.

“Possivelmente em instinto de defesa, ou mesmo para se alimentar, a piranha pode ter mordido os banhistas”, explicou.

No entanto, Marcelo enfatizou que casos dessa natureza não são notificados com freqüência ao IPAAM. Segundo o analista, na região amazônica, somente a espécie conhecida como ‘piranha caju’ oferece risco ao homem, mas estas não são naturais de água escura, mas de água branca.

As piranhas pretas não formam grandes cardumes, ao contrário das espécies de piranha caju que costumam nadar em grupos de até 200 a 300 piranhas. Em casos de ataques desse grupo de peixes, os acidentes podem ter maiores proporções, podendo levar a óbito. Conforme Marcelo, as piranhas pretas podem atingir até 40 centímetros, mas nadam em pequenos cardumes.

Ainda segundo Garcia, não foi identificado nenhum aporte de nutrientes próximos do local (restaurantes, lanchonetes) que pudessem estar poluindo a praia. “O caso foi realmente atípico”, considerou Marcelo. Existem aproximadamente 50 espécies de piranhas, algumas somente se alimentam de nadadeiras ou escamas de outros peixes. “Estamos monitorando a área e qualquer acidente que venha acontecer, com base em estudos aprofundados, poderá gerar novas medidas com objetivo de elucidar a real situação”, concluiu o analista ambiental do IPAAM, Marcelo Garcia.

No ultimo domingo (13), banhistas relataram ter sofrido com ataques de piranhas na Praia Dourada.

Fonte: Diário de Cuiabá
Com informações da assessoria.

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