Banco da Amazônia aplicou R$ 7 bi na região

O Pará recebeu, em crédito de fomento, valor superior a R$ 1,2 bilhão aplicado pelo Banco da Amazônia em 2012. Os recursos auxiliaram na promoção do desenvolvimento sustentável do estado. O valor representa, aproximadamente, um crescimento de 280% em relação a 2011. Os recursos movimentaram e tornaram a economia do estado mais ativa para o desenvolvimento sustentável e auxiliaram a geração de emprego e renda para a população.

O Banco realizou também investimentos em toda região norte e atingiu o recorde de R$ 4,3 bilhões em crédito FNO, somando o total de R$ 14,3 bilhões nos últimos cinco anos. Os créditos de fomento em toda a Região Amazônica atingiram neste mesmo período o valor de R$ 31,5 bilhões, sendo R$ 6,8 bilhões no ano de 2012, o que corresponde a 71% de todo crédito de fomento investido na região.

Em 2012, o total de fomento aplicado pelo Banco em todas as fontes foi de R$ 5 bilhões, subdivididos em áreas específicas. Foram grandes investimentos em agronegócios e agricultura familiar, o PRONAF, sendo destinados ao primeiro R$ 1,8 bilhões, e ao segundo R$ 843 milhões, 94% maior do que os valores do ano anterior. Foram aplicados também R$ 531 milhões em micro e pequenas empresas.

Ainda nas aplicações realizadas em 2012, 13% foi destinado ao fomento do turismo na região, cerca de R$ 780 milhões, superior 631% em relação a 2011, e 26% foi direcionado para a área de Comércio e Serviços, totalizando R$ 1,2 bilhão em crédito.

As aplicações de Crédito MPE em 2012 tiveram um valor 153% maior do que em 2011, chegando aos R$ 526 milhões, o que representa aumento de 153%%. As aplicações totais do Banco da Amazônia, abrangendo crédito de fomento e comercial, somaram nos últimos cinco anos R$ 30 bilhões, sendo R$ 7 bilhões referentes apenas ao ano de 2012. No total, entre 1999 e 2012, já foram investidos R$ 44 bilhões. “A atuação do Banco da Amazônia, além da capacidade da geração de emprego e renda, tudo é voltado para o desenvolvimento sustentável da região Amazônica, baseada na parceria com outras instituições e representantes dos setores produtivos”, explicou o diretor Gilvandro Negrão.

Fonte: Diário do Pará

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