Acusados de corrupção em operação da Polícia Federal jantam tatu na prisão

Réus presos pela Polícia Federal durante a Operação G-7 tiveram o privilégio de jantar carne de tatu na noite de terça-feira (14), na Papudinha, onde estão desde a semana passada gozando de regalias que o diretor do Instituto de Administração Penitenciária (Iapen), Dirceu Augusto, insiste em negar.

A Operação G-7 prendeu 15 pessoas (secretários de estado, empreiteiros e servidores públicos) envolvidas com um grupo de sete empresas de construção civil que atuava de modo articulado para fraudar licitações de obras públicas no Estado. Entre os presos o secretário de Obras, Wolvenar CamargoFilho, e o diretor de Análise Clínca da Secretaria de Saúde, Tiago Viana Paiva sobrinho do governador Tião Viana (PT).

Fonte: Terra Magazine/Blog da Amazônia

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