Arena da Amazônia tem mais um jogo em 2014 e custo mensal de R$ 600 mil

Depois de quatro jogos pela Copa, administradores buscam soluções para estádio não virar “elefante branco”.  Única partida garantida é Vasco x Oeste

Depois da festa, a preocupação. Sede de quatro jogos na Copa do Mundo, a Arena da Amazônia agora corre o risco de se tornar o maior “elefante branco” do Brasil após o Mundial. Isso porque os clubes do estado não tem um calendário esportivo para o segundo semestre de 2014, exceção feita ao Princesa do Solimões, que disputará a Série D do Campeonato Brasileiro, mas já informou aos administradores da Arena que não poderá usufruir do estádio devido aos altos custos de aluguel e manutenção (assista ao vídeo).

Os altos custos citados pelo clube amazonense são o aluguel do estádio, fixado em R$ 160 mil, e a manutenção avaliada em R$ 600 mil mensais. Para manter a Arena da Amazônia com alguma atividade, os administradores do estádio agendaram para o segundo semestre de 2014 quatro shows e apenas um jogo de futebol. O Vasco enfrenta o Oeste de Itápolis, dia 16 de setembro, pela 23ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, sendo o mando de campo da equipe paulista.

– Todo mundo sabe que a Arena é muito sofisticada e, talvez, a gente fechando com as equipes de futebol na Arena, acho que vem uma ajuda forte – disse Ali Almeida, administrador da Arena da Amazônia.

Para construir a Arena da Amazônia foram gastos mais de R$ 600 milhões e o governo do Amazonas atualmente estuda as propostas de três empresas privadas interessadas em gerir o novo estádio. Entretanto, até julho de 2015, o governo do estado, através da Fundação Vila Olímpica, será o responsável por administrar a Arena, com custo de até R$ 7 milhões aos cofres públicos.

Fonte: SporTV

Deixe um comentário

3 comentários em “Arena da Amazônia tem mais um jogo em 2014 e custo mensal de R$ 600 mil

  • 16 de setembro de 2014 em 13:56
    Permalink

    Arthur… Que é isso, manuvéi? Deixa essa emulação de lado!
    O que os nossos fantasmas mais saboream é perceber que possuímos ainda alguma rezinga, um remorso.
    Sou paraense. Amo Belém. Eu queria vê-la digna da estrela que o Pará representa em nossa bandeira. Mas o fato que vejo é que mais uma vez os caras-pálidas colocaram índio contra índio e quem saiu perdendo foram as duas cidades. Manaus conseguiu mais visibilidade, fato. Mas eu fico pensando a cidade que o mundo passa a fitar de agora em diante.
    A conclusão a que se chega, Arthur, é que não há tapume que cubra nossas incoerências. Quem passa e vê esse estádio (tive a oportunidade de entrar e sentar próximo ao gramado em evento não esportivo e confesso que dava uma vontade doida de entrar ali naquele tapete nem que fosse pra cobrar uma falta da meia-lua)se pergunta como a gente pode ver um investimento tão caro e logo que a gente sai, logo alí, um igarapé tornado uma fossa a céu-aberto, pessoas saindo detrás de uma área murada que cobria um palafitário no centro da cidade, um fedor insuportável. Será que a gente tem que fingir que não tem nariz, não tem olhos? Enquanto isso, a FCCON, fundação responsável por tratar pacientes com câncer agoniza com a precarização do hospital. Isso é que me deixa profundamente desacreditado, Arthur. É quando a falta de bom-senso e a paixão transcendem a razão e a consideração pelo ser humano – gente que vem do Pará, de Rondônia, do Acre, de Roraima e até do Maranhão na única esperança de fugir da sepultura vendo as forças que restam se esvaindo com a falta de dinheiro, falta de equipamento e estrutura.
    Não vejo isso como razão de triunfo. Perdemos todos nós, Arthur. Suspeito fortemente que o que foi financiado pelo BNDES resolveria o problema de saneamento básico das capitais do norte e Santarém sem sustos. A sensação que devia recair em quem é belenese não deve ser de contentamento, mas de alívio misturada com tristeza. Devíamos dizer: _Ufah! Não foi em Belém!
    Os respingos desse sangradouro de dinheiro respingam em Belém. Infelizmente. Pois a corrida para sediar a Copa demandou dinheiro que não tínhamos e dinheiro que se gasta errado o governo não tem sobrando pra gastar certo. Sobretudo o Federal.
    A Copa do Mundo não fortaleceu o futebol amazonense, apenas o desalojou de seu principal palco: o já combalido e escassamente frequentado Vivaldão e o Pará, segundo a FIFA, receberá um Centro de Treinamento para formação de atletas nos entornos do Mangueirão – ver pra crer.
    Arthur, se um alívio há também, é que ainda o paraense não precisará pagar 200 reais pra ver seu time do coração. Podemos fazer as coisas com mais zelo e menos atropelo – vê aí separação do Pará – e faremos um Pará, uma Belém, uma Santarém, Marabá, Altamira à altura de nossos sonhos.
    Nosso Pará é muito grande e sempre eu preciso dilatar meu coração pra caber um pouco mais dele dentro do peito. Nossa Belém, que em 2016 vai fazer 400 anos, cotinue linda, mas cada vez mais humana, mais cabocla, cresça em paz e riqueza, mas sem se empavular nem se abestalhar e um dia o mundo verá o que um povo é capaz de fazer pelo lugar que ama.

  • 13 de setembro de 2014 em 0:04
    Permalink

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    • 13 de setembro de 2014 em 0:15
      Permalink

      Que pena… certamente teria acontecido a mesma coisa com o glorioso Mangueirão em BELÉM, já que só levamos média de 40.000 torcedores por Clássicos locais como um REXPA por exemplo, kkkkkkk.
      Sinto muito por vcs AMs… mas do contrário de vcs, se tem uma coisa que podemos nos orgulhar é do respeito que temos no futebol nacional além da enorme paixão por nosso futebol local.
      Afinal não é qualquer estado que pode se orgulhar de ter conquistado 08 TÍTULOS NACIONAIS, incluindo 03 BRASILEIROS da SÉRIE B e uma COPA DOS CAMPEÕES em cima do cruzeiro campeão brasileiro daquele ano também, além de participação histórica em Libertadores, melhor campanha de todos os Clubes na primeira fase, vitória no BOCA JR, dentro da La bombonera, goleada de 6 dentro do Paraguaí no CERRO PORTENHO, Goleadas homéricas em diversos grandes como São Paulo, Cruzeiro etc, etc…..
      Infelizmente aconteceu o que todos imaginávamos, o maior elefante branco do país, afinal, os clubes locais coitados, nunca souberam o que é ter torcida, difícil sobreviver desta forma mesmo… é de da dó. Agora bota um é Flamengo e Vasco ai pra ver se não lota kkkkkk…
      valorizem o que é de vcs como nos Paraenses, com muito orgulho!!!

Fechado para comentários.