Comunidades flutuantes na Amazônia: a vida regida pelas águas em meio a paisagem deslumbrante

Fotos mostram cotidiano na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, que, no período de cheia, fica alagada com a subida do rio Solimões.

embarcações ribeirinhos
O meio de locomoção mais popular é a rabeta, motor à gasolina na popa de pequenas embarcações. O litro da gasolina chega a custar R$ 5 nas cidades próximas e o combustível também abastece alguns geradores de energia. (Foto: Rodrigo Erib/BBC)

A Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, no Estado do Amazonas, é a primeira e maior reserva florestal brasileira, decretada em 1996 com o intuito de proteger o macaco Uacari.

As atividades se expandiram incluindo proteção de répteis, da pesca e trabalhos de apoio às comunidades ribeirinhas.

O fotógrafo Rodrigo Erib acompanhou uma expedição chefiada pelo biólogo Pedro da Glória, da Universidade de São Paulo, à região amazônica e registrou a vida desses brasileiros que vivem metade do ano sobre as águas do rio Solimões.

No período da cheia, as casas que não são flutuantes são invadidas pelas águas.  Raias, cobras e jacarés são perigos naturais.  Os moradores, acostumados ao ciclo das águas, elevam o nível do piso das casas com tábuas que dão o nome de girau.  (Foto: Rodrigo Erib/BBC)
No período da cheia, as casas que não são flutuantes são invadidas pelas águas. Raias, cobras e jacarés são perigos naturais. Os moradores, acostumados ao ciclo das águas, elevam o nível do piso das casas com tábuas que dão o nome de girau. (Foto: Rodrigo Erib/BBC)
O povoamento da Amazônia, além dos índios nativos, se deu pela migração de nordestinos (principalmente cearenses) e comunidades quilombolas.  Algumas famílias, mesmo apresentando feições indígenas, vivem e se reconhecem como ribeirinhos.  (Foto: Rodrigo Erib/BBC)
O povoamento da Amazônia, além dos índios nativos, se deu pela migração de nordestinos (principalmente cearenses) e comunidades quilombolas. Algumas famílias, mesmo apresentando feições indígenas, vivem e se reconhecem como ribeirinhos. (Foto: Rodrigo Erib/BBC)
A situação econômica de extrema pobreza contrasta com a felicidade dos ribeirinhos, que têm peixes em abundância para alimentação e paisagens deslumbrantes da floresta.  (Foto: Rodrigo Erib/BBC)
A situação econômica de extrema pobreza contrasta com a felicidade dos ribeirinhos, que têm peixes em abundância para alimentação e paisagens deslumbrantes da floresta. (Foto: Rodrigo Erib/BBC)

Fonte: G1

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