Plataforma mostra problemática de terras indígenas em nível global

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A Plataforma Global de Territórios Indígenas e Comunitários LandMarké uma plataforma interativa que dá conta, de forma detalhada, sobre as principais ameaças e pressões que existem em relação às terras dos povos originários, em todo o mundo. De igual modo, contém informação sobre os níveis de segurança jurídica que existem sobre tais terras.

Trata-se de “um esforço por tornar transparente e visível a situação dessas terras em nível global”, explica Richard Smith, diretor executivo do Instituto do Bem Comum (IBC), organização que participou da construção da citada plataforma junto com outras instituições, de diversos países. Destaca que a nova ferramenta se apresenta em um contexto no qual “a proteção dos direitos dos povos indígenas e das comunidades rurais às suas terras está na agenda dos governos, das organizações, da sociedade civil e das agências de desenvolvimento, tanto públicas como privadas”.

Não obstante, questiona que, apesar disso, as comunidades se mantêm, hoje, invisíveis e sumamente vulneráveis. “A LandMark é um produto coletivo, que iniciou como um sonho em uma reunião de 18 especialistas”, na Itália, em 2012, relata Smith. Participaram da sua cimentação 13 organizações de países como Indonésia, Inglaterra, Índia, Itália, Filipinas, França, Quênia, EUA e os países amazônicos.

LandMark dá voz aos povos indígenas, para que digam “aqui estamos, estas são as nossas terras e somos muitos no mundo”, destaca Smith.

Com a ajuda dos mapas, se pode apreciar, com grande exatidão, as zonas onde habitam os povos indígenas e as comunidades rurais. “Estamos dizendo ao mundo (com esta plataforma) que essas terras não são livres nem sem uso”, enfatiza o representante do IBC.

Pode ter acesso à plataforma clicando no seguinte link:

Plataforma Global de Territórios Indígenas e Comunitários LandMark

Fonte: Adital
Com informações do Servindi

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