Protesto contra governo e corrupção tem participação da PF em Ji-Paraná

Concentração aconteceu neste domingo (13) na região central da cidade. Grupo de 300 pessoas foi até a ponte sobre o Rio Machado, segundo PM.

Vitor Venancio é o 'líder' dos ciclistas que participou do ato em Ji-Paraná (Foto: Pâmela Fernandes/G1)
Vitor Venancio é o ‘líder’ dos ciclistas que participou do ato em Ji-Paraná (Foto: Pâmela Fernandes/G1)

Centenas de manifestantes se reuniram na BR-364 em Ji-Paraná (RO) para protestar contra a corrupção e o governo da presidente Dilma Rousseff neste domingo (13). A movimentação começou durante a manhã e teve a participação da Polícia Federal (PF). No início da tarde eles caminharam de forma pacifica até às proximidades da ponte sobre o Rio Machado, mas por causa da chuva, se dispersam.

De acordo com a Polícia Militar (PM), mais de 300 pessoas participaram da manifestação. Os organizadores não souberam informar o número de manifestantes. Para Patrick Conceição, a mobilização não é apenas contra o governo atual, mas contra a corrupção. “A luta é de todos. Eu espero que todos abracem. Eu convoquei o pessoal do grupo de bike que faço parte e deu certo. Estamos aqui contra a corrupção está no Brasil”, afirma Patrick.

O delegado da PF, Everton Manso, também esteve na manifestação, mas, além de protestar contra à corrupção, colheu assinaturas a favor da PEC 412, proposta de emenda à Constituição que prevê autonomia administrativa e financeira à Polícia Federal, que hoje é vinculada ao Poder Executivo, via Ministério da Justiça.

“Tudo que temos fazer dentro da instituição, temos que prestar contas à justiça. Com a PEC, a gente vai poder destinar os recursos da união dentro do orçamento da união, sem ter que esclarecer previamente ao Ministério da Justiça”, explica.

O argentino Victor Venancio, hoje com 71 anos, mora no Brasil há 41 anos e lamenta a situação que a política do país chegou.  Para ele, o pedido de impeachment não é a solução para o problema do Brasil.  “No impeachment sai um ladrão e entra outro.  Nós precisamos de intervenção militar”, acredita o professor universitário aposentado.

Fonte: G1

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