Fiéis contam histórias de devoção por Nossa Senhora de Nazaré

Veja os depoimentos da série “Salve Rainha Mãe de Misericórdia”.

“Ela é o que eu passo de mais lindo que uma pessoa pode ter… Se nossa senhora fez a parte dela, eu digo que eu fiz a minha”, diz a artesã Andreia Fiuza, garantindo que Nossa Senhora de Nazaré mudou a história dela. Ela conta que, em um sonho, Nossa Senhora lhe mostrou um caminho a seguir.

“Eu estava em depressão após a morte do meu marido, há três anos, quando eu sonhei com Nossa Senhora. Ela veio até mim e mandou eu fazer leques. Quando eu acordei, a sensação real que eu tinha é que era ela”, conta Andreia.

Depois do sonho, ela superou a depressão que sofria e encontrou no artesanato um motivo para seguir em frente. O primeiro leque foi feito em 2013 e, logo no primeiro dia, ela vendeu 10 leques na Praça da República.

Desde então, a produção não parou. A mesa da sala é o atelier onde os leques ganham cores são decorados com as imagens da berlinda e da padroeira dos paraenses, em reconhecimento à rainha da fé.

“Se eu tive esse merecimento, eu vou agarrar isso com unhas e dentes. Eu prometi para mim mesmo. (Sem Nossa Senhora de Nazaré) eu não sei o que seria da minha vida. Eu não seria ninguém”, diz Andreia.

Na casa da família Furtado, no bairro do Jurunas, todos são devotos de Nossa Senhora de Nazaré. No período do Círio, toda a família se reúne para pedir a benção à rainha da Amazônia. A matriarca Regina Furtado consegue segurar as lágrimas ao falar da santinha. “Ela é tudo. É minha mãe, intercessora, minha protetora. Sem ela a gente não chega a Jesus”, diz a dona de casa.

O fonoaudiólogo Maurício Furtado é promesseiro da corda há 21 anos, mas depois de enfrentar dificuldades financeiras, fez uma nova promessa. “Finalizei ano passado 20 anos de corda, visando este ano entrar na Guarda de Nazaré” conta Maurício.

Na família furtado, os filhos aprendem a importância da religião desde cedo. A empresária Renata Serrão conta que faz questão de trazer os filhos para a religião. “Sempre incentivo a fé católica, acho muito importante, eles (filhos) sempre vão no Círio, no Círio das Crianças, nas misas de domingo”, conta a empresária.

A aposentada Maria de Nazaré França foi batizada com o nome da santa e não esconde a fé compartilhada com milhões de devotos que se consideram filhos da rainha da Amazônia. “Minha mãe era muito devota e eu também sou, e ficamos assim. Bem vindo este nome”, comemora Maria de Nazaré.

Fonte: G1

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