MPF discute situação de comunidade atingida pela Usina de Belo Monte

Comunidade tenta ser reconhecida como atingidos pela usina. Famílias vivem em palafitas, sem saneamento básico, em Altamira.

Audiência pública convocada pelo MPF discutiu solução para a situação de moradores de uma área risco, em Altamira, sudoeste do estado. (Foto: Mário de Paula/TVLiberal)
Audiência pública convocada pelo MPF discutiu solução para a situação de moradores de uma área risco, em Altamira, sudoeste do estado. (Foto: Mário de Paula/TVLiberal)

 

Uma audiência pública convocada pelo Ministério Público Federal (MPF) em Altamira, sudoeste do estado, discutiu uma solução para a situação de moradores de uma área risco no bairro Jardim Independente I, nesta segunda-feira (10). A comunidade tenta ser reconhecida como atingidos pela construção da Usina de Belo Monte. O G1 aguarda posicionamento da Norte Energia, responsável pela operação da usina.

De acordo com o MPF, a comunidade necessita de abastecimento de água potável imediato e as famílias precisam ser cadastradas pela empresa empreendedora.

A maioria vive em palafitas, onde não há rede de esgoto e nem de abastecimento de água. O acesso às palafitas é feito por pontes de madeira improvisadas.

Cerca de 1200 pessoas vivem no local, as famílias querem ser remanejadas para uma área segura, pela empresa Norte Energia.

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