Amazônia sob vigilância constante da Nasa: nada escapa aos satélites

Satélites que coletam 20 milhões de dados por dia funcionam como “serviço de alerta” de catástrofes ambientais, defende cientista americano na COP 22

A floresta amazônica é vigiada pela NASA em todas as suas variantes, nada escapa aos satélites e análises da agência espacial americana, como ficou provado na COP 22, através das demonstrações dos dados coletados pela maior rede de satélites do mundo.

Em 24 horas, cerca de 20 milhões de dados são coletados pelas máquinas que estão no espaço. O cientista Americano da NASA DR Ali Omar mostrou no pavilhão 4, da COP 22, onde fica o estande da delegação Americana, ‘que os olhos dos Estados Unidos’ estão em todos os continentes e que isso é necessário para alertar a América sobre as catástrofes naturais e as provocadas também pelos homens. “Nossos satélites desempenham um serviço de alerta, como já sabemos nos casos dos furacões e demais fenômenos climáticos que chegam à costa americana”, destacou.

O que ficou explícito com a rede de vigilância espacial americana é que as mudanças climáticas estão registradas cientificamente e que os cientistas da NASA tem os dados monitorados, dos riscos que a humanidade está correndo com a destruição das florestas. Do alto se vê que parte das florestas tropicais da Africa Central, da Indonésia e, agora, da Amazônia, na fronteira do Brasil com o Peru, estão sendo afetadas pelas queimadas, indústrias madeireiras e de mineração.

Com todo esse banco de dados online à disposição, os cientistas americanos têm as ferramentas necessárias para mostrar ao futuro presidente Donald Trump, que ele precisa rever suas posições contrárias ao meio ambiente, mesmo porque, o colapso do clima significará a quebra das safras dos EUA e prejuízos trilionários da maior economia do planeta.

Fonte: A Crítica

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