Livro ensina conhecimentos indígenas para estudantes no Amazonas

Obra, oriunda de tese de doutorado, analisa relações interculturais estabelecidas na educação escolar indígena

O livro “O brincar e suas relações interculturais na escola indígena” possibilita a inserção de conhecimentos indígenas na educação básica e no ensino superior, segundo o escritor da obra, o professor doutor João Luiz da Costa Barros, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). A literatura é fruto da pesquisa desenvolvida no processo de doutoramento do professor.

De acordo com o pesquisador, a escrita foi a proposta de pesquisa estabelecida para o processo de doutoramento em Educação, no ano de 2009, para a Universidade Metodista de Piracicaba, em São Paulo. Ele reforçou que importância da obra está na associada à divulgação dos saberes e conhecimentos científicos e tradicionais.“Essa divulgação ocorre através de um diálogo reflexivo que possibilita a inserção e interação de conhecimentos indígenas na educação básica e no ensino superior.

O objetivo da obra foi de analisar as relações interculturais que se estabelecem na educação escolar indígena, tendo como foco: o brincar das crianças indígenas, na escola e nos contextos sociais específicos.”, disse o professor. O livro foi publicado em 2015 pela editora Appris, de Curitiba. A literatura tem cunho científico e acadêmico. Conforme o pesquisador, o texto é de autoria própria e conta com citações diretas e indiretas de autores, que complementam o raciocínio do escritor durante o processo da escrita. Ele reforça que o livro atende aos profissionais da educação.“O livro, sem dúvida, vem para atender professores, estudantes e profissionais da educação física, educação, antropologia e ciências humanas em geral.

A obra pode ser adquirida através do site da editora Appris, ou através dos sites da livraria Cultura e Saraiva em todo Brasil”, informou o professor. De acordo com o pesquisador, além de apoiar a publicação do livro (via edital Biblos) a Fapeam também financiou o doutorado em Educação conquistado por ele, que durou quatro anos. “A minha análise é de que a Fapeam é uma instituição importantíssima para a aprendizagem na formação de um pesquisador, sobretudo com o objetivo do desenvolvimento cultural das pessoas nas relações humanas e sociais”, contou João.

Fonte: Portal Amazônia
Com informações da Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas.

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