Venda do primeiro lote de ingressos para Fórum da Água será encerrada hoje

Os interessados em participar do Fórum Mundial da Água 2018, sediado este ano no Brasil, têm até hoje (10) para comprar entradas pelo valor mais barato. O prazo para inscrições no primeiro lote de ingressos seria encerrado no dia 15 de dezembro do ano passado, mas foi prorrogado até o início de janeiro. O evento acontece de 18 a 23 de março no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, na capital federal.

Os valores informados pelo governo de Brasília no primeiro lote são de R$ 350 para a entrada diária; R$ 680 para três dias; e R$ 1.138 o pacote de seis dias. Estudantes têm desconto e pagam R$ 140 no tíquete por dia; R$ 280 no passe para três dias; e R$ 455 no passaporte completo. O segundo lote começa a ser vendido na quinta-feira (11) e segue até 28 de fevereiro. Haverá ainda mais uma leva de ingressos, que ficará disponível para compra até 23 de março.

As inscrições devem ser feitas pela internet (http://www.worldwaterforum8.org) mediante pagamento via cartão de crédito ou boleto bancário. O programa preliminar, notícias, perguntas e respostas e outras informações também estão disponíveis no site do fórum que, este ano, será totalmente paperless (sem papel). Cartilhas, documentos e todo o material informativo estarão em formato eletrônico no aplicativo oficial do evento, que poderá ser baixado em breve nas plataformas Apple e Android.

Seminário

O Museu Nacional da República, em Brasília, recebe nesta quinta-feira (11) o 2º Seminário Internacional Água e Transdisciplinaridade, que segue até sexta-feira (12) e funciona como uma espécie de encontro preparatório gratuito para o fórum. As inscrições estão abertas e podem ser feitas pela internet (http://aguaspelapaz.eco.br). São 800 vagas por dia para o público em geral.

Na programação, também disponível no site do seminário, estão definidos conferencistas como o líder Sri Prem Baba (que ministrará a palestra magna), sociólogos, físicos, educadores, acadêmicos e lideranças ligadas à temática da preservação dos recursos hídricos.

A proposta do seminário é promover discussões a respeito da sustentabilidade sob os aspectos científico, filosófico, artístico, simbólico e espiritual, em âmbitos nacional e internacional e, assim, levantar temas que devem ser tratados em março. O encontro contará ainda com oficinas, práticas corporais, painéis temáticos, apresentações de trabalhos acadêmicos e ato ecumênico.

Ao final, um documento intitulado Carta Águas pela Paz será remetido como contribuição ao 8º Fórum Mundial da Água e ao Fórum Alternativo Mundial da Água.

Hemisfério Sul

Essa é a primeira vez que o Fórum Mundial da Água é sediado no Hemisfério Sul. O tema da oitava edição, Compartilhando Água, será debatido por representantes de governos, da sociedade civil, de empresas públicas e privadas e de organizações não governamentais de diversos países.

A organização espera receber mais de 60 chefes de Estado em Brasília, além de especialistas internacionais. Na programação, estão previstos mais de 200 debates e atividades educativas, informativas e culturais.

Espaço gratuito

Na edição de Brasília, o evento vai contar com um espaço gratuito chamado Vila Cidadã, uma espécie de arena de debates, palestras, exposições, cinema, artesanato, bate-papos e espaço gourmet.

A estrutura ficará montada no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha, próximo ao Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

O 8º Fórum Mundial da Água é organizado pelo Conselho Mundial da Água, pelo governo de Brasília, representado pela Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do Distrito Federal (Adasa), e pelo Ministério do Meio Ambiente, representado pela Agência Nacional das Águas (ANA).

Criado em 1996 pelo Conselho Mundial da Água, o fórum foi idealizado para estabelecer compromissos políticos acerca dos recursos hídricos. O evento acontece a cada três anos e já passou por Daegu, Coreia do Sul (2015); Marselha, França (2012); Istambul, Turquia (2009); Cidade do México, México (2006); Kyoto, Japão (2003); Haia, Holanda (2000); e Marrakesh, Marrocos (1997).

Por: Paula Laboissière
Fonte: Agência Brasil – EBC
Edição: Fernando Fraga

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