Nível do Rio Juruá dificulta deslocamento de navio-hospital da Marinha para atendimento no Juruá

Rio Juruá está com 5,27 metros, segundo medição dessa segunda-feira (5). Baixo nível dificulta a navegação de embarcações.

Navio não saiu de Cruzeiro do Sul por causa do nível do Rio Juruá (Foto: Adelcimar Carvalho/G1)
Navio não saiu de Cruzeiro do Sul por causa do nível do Rio Juruá (Foto: Adelcimar Carvalho/G1)

O navio-hospital da Marinha do Brasil Dr. Montenegro já está atracado no Porto de Cruzeiro do Sul. Devido ao baixo nível do Rio Juruá, o navio teve o deslocamento para os municípios de Porto Walter e Marechal Thaumaturgo adiado. Na manhã de segunda-feira (5), o nível do rio estava em 5,27 metros não permitindo a navegabilidade da embarcação.

Com uma tripulação de 75 militares, dos quais 25 são profissionais de saúde, o navio deve permanecer no Vale do Juruá até o início de abril. Na programação, estão previstos atendimentos médicos, odontológicos, realização de exames e distribuição de medicamentos de forma gratuita à população ribeirinha das comunidades visitadas.

Armédio Cameli, derente administrativo da coordenação regional de Saúde, disse que rio está muito baixo para o deslocamento do navio.

“Tivemos que fazer uma escala para atendimento nas comunidades rurais de Cruzeiro do Sul. Com o nível que o Juruá está, não tem como navegar. As praias estão de fora. O deslocamento para o Alto Juruá vai depender do volume de água. Enquanto isso, vamos atendendo o pessoal da zona rural. Na semana que vem, deveremos direcionar o atendimento às comunidades da BR-364”, falou.

Cameli disse ainda que a intenção é fazer mais de 15 mil atendimentos. “A pessoa faz a consulta e já recebe os medicamentos prescritos e materiais de higiene bucal”, complementou.

Nesta segunda (5) a equipe esteve atendendo a Comunidade do Nari do Moa, na terça (6) e quarta (7) a equipe do navio vai atender no posto de saúde da Vila Santa Rosa e na quinta (8) e sexta (9) na Vila São Pedro. No sábado (10) e domingo (11) os profissionais não atendem.

Fonte: G1

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