As aves da Amazônia precisam de você

O Parque Zoobotânico do Museu Goeldi que existe há quase 125 anos na cidade de Belém (PA) está com a campanha ”Reforma do Recinto das Aves Museu Goeldi para arrecadar doações, a fim de investir na ampliação da infraestrutura dos recintos, na instalação de suportes que vão melhorar o bem-estar dos animais abrigados e ofertar novas ferramentas para melhorar a experiência dos visitantes.

O espaço recebe vários animais da fauna amazônica, por exemplo, aves vítimas de desmatamento, maus tratos, comércio e cativeiro ilegal. Os animais abrigados encontram cuidados médicos, tratamento adequado, muito carinho e ajudam a mostrar aos visitantes a importância da Amazônia e dos cuidados com a floresta.

Na campanha, o Museu Goeldi conta com o apoio do BNDES, e para cada um real doado ao projeto, o Programa Matchfunding BNDES+ investirá mais dois reais. Considerada “tudo ou nada” o parque pretende alcançar R$ 86 mil reais, caso contrário o valor será devolvido aos doadores. Até o momento 49% do valor total já foi arrecadado. Não deixe de colaborar. Acesse o link e doe.

A cada um real investido, a BNDES doará dois reais

Sobre o Museu

Arara-macau (Ara macao). Foto: Caio Mesquita

Fundado em 1866 na cidade de Belém (PA), segundo o site o Museu Emílio Goeldi tem como missão “gerar e comunicar conhecimentos e tecnologias sobre a biodiversidade, os sistemas naturais e os processos socioculturais relacionados à Amazônia”. Desempenha um importante papel na orientação de políticas públicas, fornecendo através de suas pesquisas científicas dados para conservação e manejo de recursos naturais.

O Museu conta com quatro locais físicos: Parque Zoobotânico e Campus de Pesquisa, em Belém, Estação Científica, no arquipélago do Marajó, e Campus Avançado, em Cuiabá (MT).

Ararajuba (Guaruba guarouba). Foto: Luena Barros

O Parque Zoobotânico foi fundado em 1895, é um dos pontos turísticos e de educação ambiental mais frequentados da capital paraense, possui uma área de 5,4 hectares, sendo o mais antigo do Brasil no seu gênero. Além de abrigar em ambiente aberto e em cativeiro 23 diferentes espécies de aves e uma significativa mostra da fauna e flora amazônicas, o Parque é local de atividades educativas e funciona como um laboratório para aulas práticas.

A relação das pessoas com o museu centenário é de admiração e carinho, as memórias e aprendizados são passados por muitas gerações, elas aprendem sobre os estudos científicos realizados, a fauna, flora e culturas amazônicas, construindo identidade e acumulando conhecimento sobre o maior bioma brasileiro.

Por: Nicole Matos
Fonte: Amazônia.org.br

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