“10% da madeira da Amazônia é comprovadamente manejada, os outros 90% é zona cinzenta, pode ser legal, pode ser ilegal”, afirma pesquisador

A série Acertando o Alvo teve início em 1999 e mostrou que 86% da madeira da Amazônia é consumida pelo mercado brasileiro, o que contrariou o senso comum da época que responsabilizava o mercado internacional pelo consumo da madeira. Em 2002 o Acertando o Alvo 2 começou a investigar como funcionava o mercado nacional e principalmente o Estado de São Paulo um dos maiores consumidores madeireiro do Brasil. Já no terceiro, lançado em 2012, as organizações buscaram compreender como funcionava a demanda pela madeira certificada, principalmente pelo selo FSC (Forest Stewardship Council).

A série Acertando o Alvo teve início em 1999 e mostrou que 86% da madeira da Amazônia é consumida pelo mercado brasileiro, o que contrariou o senso comum da época que responsabilizava o mercado internacional pelo consumo da madeira. Em 2002 o Acertando o Alvo 2 começou a investigar como funcionava o mercado nacional e principalmente o Estado de São Paulo um dos maiores consumidores madeireiro do Brasil. Já no terceiro, lançado em 2012, as organizações buscaram compreender como funcionava a demanda pela madeira certificada, principalmente pelo selo FSC (Forest Stewardship Council).

A série Acertando o Alvo teve início em 1999 e mostrou que 86% da madeira da Amazônia é consumida pelo mercado brasileiro, o que contrariou o senso comum da época que responsabilizava o mercado internacional pelo consumo da madeira. Em 2002 o Acertando o Alvo 2 começou a investigar como funcionava o mercado nacional e principalmente o Estado de São Paulo um dos maiores consumidores madeireiro do Brasil. Já no terceiro, lançado em 2012, as organizações buscaram compreender como funcionava a demanda pela madeira certificada, principalmente pelo selo FSC (Forest Stewardship Council).

A série Acertando o Alvo teve início em 1999 e mostrou que 86% da madeira da Amazônia é consumida pelo mercado brasileiro, o que contrariou o senso comum da época que responsabilizava o mercado internacional pelo consumo da madeira. Em 2002 o Acertando o Alvo 2 começou a investigar como funcionava o mercado nacional e principalmente o Estado de São Paulo um dos maiores consumidores madeireiro do Brasil. Já no terceiro, lançado em 2012, as organizações buscaram compreender como funcionava a demanda pela madeira certificada, principalmente pelo selo FSC (Forest Stewardship Council).

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