Morte e vida amazônida

Assista os principais trechos do Papo Greenpeace especial sobre a violência no campo na Amazônia e os dez anos do assassinato da missionária Dorothy Stang

No início de fevereiro deste ano o assassinato da missionária norte-americana Dorothy Stang completou dez anos.  Mas, passada uma década, o cenário de violência e impunidade continua exatamente igual na Amazônia, onde as populações tradicionais vem sendo violentadas com a conivência do estado.

No Papo Greenpeace especial “Dez anos sem Dorothy”, falamos sobre os reais interesses que fomentam a violência na região, como a expansão do agronegócio e a construção de novas hidrelétricas, e como este processo tem participação, em muitos casos, de atores do próprio poder público, que deveriam defender estas populações e a preservação da floresta.  Falamos também sobre a impunidade que impera em casos de violência no campo, onde dificilmente os mandantes dos crimes são penalizados.

Participaram do bate-papo Maria Darlene, representante da CPT (Comissão Pastoral da Terra) de Boca do Acre, Antonio Canuto, chefe do Centro de Documentação da CPT Nacional e o jornalista independente Felipe Milanez, além dos representantes da Campanha da Amazônia do Greenpeace, Danicley Aguiar e Marina Lacorte.

Veja os principais trechos deste bate-papo:

“Violência no campo”

“Interesses na Amazônia”

“Zé Claudio e a criminalização dos movimentos sociais”

Fonte: Greenpeace Brasil

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Um comentário em “Morte e vida amazônida

  • 12 de março de 2015 em 19:14
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    Doroty foi uma senhora muito bondosa e respeitada.. Saudades..

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