Inpa abre inscrições para o Seminário Internacional de Gestão de Áreas Protegidas na Amazônia

As inscrições e submissões de trabalhos podem ser feitas até o dia 30 de abril, por meio do site do SIGAP

O Programa de Mestrado Profissional em Gestão de Áreas Protegidas da Amazônia do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), abre as inscrições para o Seminário Internacional de Gestão de Áreas Protegidas da Amazônia 2015 (SIGAP), que será realizado nos dias 21 e 22 de maio, no Auditório da Ciência, situado no Bosque da Ciência.

De acordo com a coordenadora do evento, a pesquisadora do Inpa Rita Mesquita, o objetivo é promover um intercâmbio regional e internacional, permitindo uma reflexão sobre as práticas de gestão implementadas na amazônica, o SIGAP busca inovar conceitos e discutir o progresso na construção de fatores que podem contribuir para acordos de conservação e preservação do meio ambiente, por meio de sessões plenárias e mesas redondas.

O SIGAP está sendo organizado pelo Programa de Mestrado Profissional em Gestão de Áreas Protegidas da Amazônia do Inpa; Escola Latino-Americana de Áreas Protegidas (ELAP); Universidade Internacional da Costa Rica e outras instituições. Com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).

As inscrições e submissões de trabalhos podem ser feitas até o dia 30 de abril, por meio do site do SIGAP. Pesquisadores, gestores, analistas e alunos de pós-graduação podem participar. Serão aceitos trabalhos completos e apresentação de painéis.

SIGAP 2015

De acordo com Mesquita, os governos nacionais dos países da bacia amazônica têm feito esforços significativos para definir vários setores deste território como áreas protegidas. “No caso do Brasil, 54% da Amazônia e atualmente está protegida, dividida entre terras indígenas e unidades de conservação. Os sistemas nacionais que regem estas áreas diferem em suas práticas de gestão e gerenciamento de categorias”, explicou.

A pesquisadora ainda ressalta que, raramente existe uma oportunidade para a troca de experiências entre os países da bacia, especialmente entre os gestores dessas áreas protegidas. “O SIGAP irá proporcionar a possibilidade de países e Estados encontrarem acordos entre si, para fortalecer iniciativas de proteção da biodiversidade, recursos naturais e ecossistemas das áreas protegidas”, finalizou.

Fonte: Inpa

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