Ato contra governo Dilma reúne manifestantes em Manaus

Participantes criticam a corrupção e defendem operação Lava Jato. Manifestantes se protestaram na Ponta Negra, Zona Oeste.

Organização de ato contra governo Dilma estima que ato começou com 80 mil pessoas, às 16h, em Manaus (Foto: Paulo Moura/Rede Amazônica)
Organização de ato contra governo Dilma estima que ato começou com 80 mil pessoas, às 16h, em Manaus (Foto: Paulo Moura/Rede Amazônica)

A praia da Ponta Negra, na Zona Oeste de Manaus, foi o local escolhido para a realização de uma manifestação contra o governo Dilma Rousseff e a favor das investigações da Operação Lava Jato. O ato iniciou por volta das 16h10 (17h10 horário de Brasília).

A organização informou que 80 mil pessoas estavam presentes no início do protesto. A Polícia Militar (PM) ainda não divulgou a quantidade de manifestantes após o início da manifestação, realizada na orla do Rio Negro.

O ato foi organizado pelo Movimento Amazonas em Ação. A concentração de manifestantes ocorreu em dois locais. Parte deles ficou em frente ao anfiteatro da Ponta Negra, outros se juntaram na esquina no cruzamento das avenidas Constantino Nery e Kako Caminha, bairro São Geraldo Zona Centro-Sul, e seguiram em carreata até o local do ato.

“O nosso objetivo é primeiramente pedir o impeachment da presidente Dilma, dar total apoio para operação Lava Jato e pedir uma liberdade para nosso país. Chega de corrupção. Chega de roubalheira. Nós queremos nosso país de volta”, disse um dos membros da organização do ato, Júnior Oliveira, de 25 anos.

Pessoas de várias idades acompanharam o protesto em Manaus. Com cartazes, rostos pintados e camisas com dizerem contra o governo Dilma, os manifestantes lotaram parte da Avenida Cel. Teixeira e anfiteatro.

“Vim manifestar contra a corrupção , contra essa gestão do PT, e para que PF e MP sigam com rigor nas investigações para punir quem quer que seja”, disse o engenheiro de segurança no trabalho, João de Deus, de 57 anos.

Segurança

Segundo o Comandante Geral da Polícia Militar (PM), Coronel Marcus James Frota Lobato, 750 policiais foram escalados para trabalhar na manifestação. O policiamento conta com tropas do Comando de Policiamento Metropolitano (CPM), Comando de Policiamento Especializado (CPE), Comando de Policiamento Ambiental (CPAmb) e Academia de Polícia Militar (APM).

De acordo com o Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização de Trânsito (Manaustrans), uma equipe de 30 agentes do órgão fazem o monitoramento do trânsito nas vias que dão acesso até a Ponta Negra. Uma faixa da Avenida Cel. Teixeira foi interditada a partir das 12h por conta da manifestação.

Fonte: G1

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