Gisele Bündchen em lágrimas pela Amazônia

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Gisele Bündchen tem um lado ecológico que não é desconhecido e as suas ações para a preservação do planeta e das suas espécies estendem-se a vários níveis.  Uma das mais recentes é a sua participação na série documental do National Geographic ‘Years Of Living Dangerously’, sobre o impacto do homem em relação às alterações climáticas e os efeitos devastadores da seca extrema e do desmatamento.

No episódio emitido nos Estados Unidos esta quarta-feira, dia 16, a manequim brasileira aceitou viajar até ao seu país natal, o Brasil, para ver in loco como a floresta amazônica, um laboratório de biodiversidade e considerada um dos “pulmões do mundo”, se encontra ameaçada. “Quero fazer alguma coisa agora antes que seja tarde demais”, explica.

Para promover esta sua participação em ‘Years Of Living Dangerously’ – que vai na segunda temporada e contou já com colaborações David Letterman, Harrison Ford, Chris Hayes, Olivia Munn, Matt Damon e Michael C. Hall, entre outros – Bündchen conversou com os apresentadores do programa da NBC ‘Today Show’.

“Eu sou uma pessoa muito emocional”, começou por dizer a manequim depois de ter sido colocado no ar um excerto do episódio da série documental no qual a brasileira chora ao ver “a seca” que se instalou na Amazônia.  “Fico muito sensível a estes contrastes, especialmente quando se trata do Brasil.  Eu sou do Sul do país e a floresta é no Norte.  Cresci a pensar que era um lugar mágico, intocável e que nunca poderia ser destruído.  Ao crescer percebemos que afinal não é indestrutível.  Ver isso presencialmente é chocante”, desabafa.

A motivação de Gisele não se prende apenas com o facto de querer que os filhos, Vivian e Benjamin, de três e seis anos, respetivamente (fruto da sua relação com o jogador de futebol americano Tom Brady), cresçam num planeta saudável.  “Não existe outra Terra.  Ao fim do dia, todos partilhamos o mesmo ar, a mesma água, os mesmos recursos naturais, e estes são finitos.  Não podemos pensar que estão ali para sempre.  Isto não é apenas pelos meus filhos, mas também pela sobrevivência da espécie humana”, rematou.

Fonte: Delas.pt

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