Ex-assessor da AL e mais um são presos em MT com 470 pedras de diamante extraídas de terra indígena

Eles não explicaram no depoimento a origem das pedras e também não apresentaram nenhum documento de posse delas.

Ex-assessor da ALMT e mais um foram presos com 470 pedras de diamante extraídas de terra indígena — Foto: Polícia Civil de Mato Grosso/Divulgação
Ex-assessor da ALMT e mais um foram presos com 470 pedras de diamante extraídas de terra indígena — Foto: Polícia Civil de Mato Grosso/Divulgação

Dois homens foram flagrados com 470 pedras de diamante, extraídas supostamente de uma terra indígena, e foram presos em Comodoro, a 677 km de Cuiabá. Segundo a Polícia Civil, a apreensão ocorreu no sábado (6) após uma denúncia anônima de que dois homens estariam com as pedras preciosas dentro de um carro indo para Cuiabá.

Um dos presos é Almir Ribeiro de Carvalho Júnior, de 43 anos. Ele é ex-assessor da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Almir foi exonerado do cargo de assessor adjunto do gabinete da ALMT em outubro de 2018.

O outro preso é Alison Celsa da Silveira, de 48 anos. Ele era o passageiro do veículo. O G1 não localizou ainda os advogados deles.

De acordo com a Polícia Civil, a denúncia apontou que as duas pessoas estariam em um determinado veículo passando pela BR-364, rumo à capital mato-grossense.

Polícia recebeu denúncia e prendeu 2 pessoas com 470 pedras de diamante em Comodoro — Foto: Polícia Civil de Mato Grosso/Divulgação
Polícia recebeu denúncia e prendeu 2 pessoas com 470 pedras de diamante em Comodoro — Foto: Polícia Civil de Mato Grosso/Divulgação

Os policiais localizaram o carro e abordaram a dupla. Alison estava com 290 pedras de diamante em dois sacos. Já Almir estava com 180 pedras preciosas, além de um brinco e um pingente cravejado em diamante.

Os dois também estavam como R$ 2,8 mil em dinheiro.

Conforme informações da polícia, os homens não explicaram no depoimento a origem das pedras e também não apresentaram nenhum documento de posse delas.

A suspeita é que os diamantes tenham sido extraídos da Reserva Indígena Roosevelt, que fica em Rondônia. O caso foi repassado para a Justiça Federal de Cáceres, a 220 km de Cuiabá, para ser investigado.

Fonte: G1 MT

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