Amazonas tem 47 casos confirmados do novo coronavírus; pesquisa com cloroquina tem início em infectados

Desde última atualização, na segunda-feira (23), 15 novas confirmações foram registradas.

Governo do Amazonas confirma 15 novos casos de coronavírus no estado, nesta terça-feira (24) — Foto: Reprodução/Internet
Governo do Amazonas confirma 15 novos casos de coronavírus no estado, nesta terça-feira (24) — Foto: Reprodução/Internet

O Governo do Amazonas confirmou 47 casos do novo coronavírus no estado. A informação foi confirmada divulgada na tarde desta terça-feira (24). De acordo com a Fundação de Vigilância em Saúde (FVS), dois pacientes estão internados no Hospital Delphina Aziz, e outros três em unidades particulares de saúde.

Do total, 45 são de Manaus e dois de Parintins. As idades dos pacientes internados variam entre 39 e 43 anos. Houve início também da pesquisa que usa o medicamento cloroquina, em união com outros remédios, no tratamento dos internados na rede pública – anunciado nesta segunda-feira.

Durante a coletiva de imprensa, a diretora da FVS, Rosemary Costa Pinto, informou que o titular da Secretaria de Saúde do Amazonas (Susam), Rodrigo Tobias, está em isolamento social por apresentar sintomas gripais.

Nesta segunda (23), Rosemary já havia adiantado que o governo não trabalha, ainda, com uma projeção de expectativa dos números.

“Estamos lidando com um vírus novo, então não temos linha de base pra dizer se isso é esperado ou não. Sabemos que a transmissão é alta. Portanto, a expectativa é o aumento repentino de caso a cada dois ou três dias”, explicou.

Medidas

Governo do Amazonas decreta estado de calamidade pública por conta do novo coronavírus — Foto: Reprodução/Internet
Governo do Amazonas decreta estado de calamidade pública por conta do novo coronavírus — Foto: Reprodução/Internet

Na segunda-feira (23), o governador do Amazonas, Wilson Lima, decretou estado de calamidade pública no estado. Entre as medidas anunciadas, está o fechamento de todos os estabelecimentos comerciais que não sejam de serviços básicos, como supermercados, farmácias e padarias.

Fonte: G1

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