Copa 2014: MPF/MT pede perícia no estádio em Cuiabá

Uma das vistorias está prevista para a próxima semana

O Ministério Público Federal em Mato Grosso (MPF/MT) pediu uma perícia de engenharia no estádio Arena Pantanal, em Cuiabá, para apurar as consequências no incêndio provocadas na estrutura. No ofício encaminhado à 5ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal e ao Conselho Regional de Engenharia (Crea), a procuradora Bianca Britto de Araujo solicitou que sejam empregados ensaios não destrutivos para avaliar se houve dano estrutural e qual a dimensão do estrago.

O pedido de perícia é uma das medidas adotadas pelo Ministério Público Federal com a instauração de um inquérito civil público exclusivamente para apurar as consequências do incêndio ocorrido na Arena Pantanal em outubro de 2013.

A vistoria do Crea está agendada para a próxima semana. A equipe, composta por engenheiros civil e eletricista e outros técnicos da instituição, será acompanhada pela procuradora da República Bianca Britto de Araujo.

Nesta segunda-feira, 17 de fevereiro, a procuradora esteve reunida com representantes do Ministério dos Esportes e da Infraero na reunião ordinária do grupo de trabalho do Ministério Público Federal que acompanha e fiscaliza as obras da Copa em todas as cidades onde serão realizados jogos. “A reunião estava agendada e serviu para levar ao conhecimento dos representantes do Ministério dos Esportes e da Agecopa o que está acontecendo na Arena Pantana”, explicou a procuradora da República Bianca Britto de Araujo.

As perguntas que a procuradora da República quer respondidas pela perícia são se a estrutura da construção foi comprometida, qual o nível de comprometimento, se há necessidade de executar reparos na estrutura física, que tipos de reparo e se as instalações de prevenção e combate a incêndio do estádio estão dentro das normas técnicas.

À Secopa, o MPF/MT solicitou informações sobre as providências adotadas depois do incêndio e se houve algum aditivo ao contrato com a construtora, em decorrência das consequências do incêndio.

Fonte: MPF – Ministério Público Federal

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