Parlamentares do Brasil e mais sete países reativam o Parlamento Amazônico

Órgão busca a cooperação dos países no desenvolvimento sustentável e preservação da floresta amazônica

Nesta segunda-feira (21), deputados, senadores e representantes do Brasil e de outros sete países da América do Sul, reativaram o Parlamento Amazônico (Parlamaz), que estava inativo há oito anos.  Um dos principais objetivos do grupo é a proteção da Floresta Amazônica, por meio da criação de políticas de cooperação para o desenvolvimento sustentável da região que vem sofrendo com o aumento do desmatamento e de crimes ambientais.

O presidente da reunião virtual que marcou a reativação do colegiado foi o senador Nelsinho Trad (PSD-MS), que foi eleito em votação simbólica, por unanimidade.

A reinstalação do Parlamaz acontece após recordes de desmatamento e de queimadas, em especial na parte brasileira da floresta.  “Nossa pauta principal é a proteção do nosso imenso patrimônio, constituído pela floresta amazônica. São 7 milhões de km quadrados de pura riqueza na região de maior biodiversidade do mundo”, destacou o senador Nelsinho.

No seu discurso, Trad explicou que a ideia de retomada veio após uma reunião na embaixada do Equador em 2019 e que o Parlamento funcionará como um fórum de integração, fora da esfera dos governos nacionais. “Dentre os principais objetivos do Parlamento Amazônico, vale destacar a integração da região, a defesa da democracia, a pluralidade política e ideológica como base de uma comunidade amazônica democraticamente organizada, com respeito à ordem jurídica, não intervenção e segurança internacional da Amazônia e ações de cunho ambiental contra o aquecimento global”, afirma Trad.

*Informações do G1 e da Folha de São Paulo

Por: Amazônia.org.br

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