usinas

Ajuda financeira é forma de cooptação, dizem críticos

“Esta é uma punhalada traiçoeira na cultura dos povos indígenas. Eles vão morrer. Os índios vão morrer física e culturalmente.” A profecia pouco otimista é do bispo dom Erwin Kräutler, da prelazia do Xingu. A ameaça aos índios do Xingu, na visão do religioso, tem nome — a usina de Belo Monte, que está sendo …

Ajuda financeira é forma de cooptação, dizem críticos Leia mais »

Para Funai, usinas são irreversíveis

Para a Fundação Nacional do Índio (Funai), a construção de usinas hidrelétricas é um caminho inevitável e necessário para garantir a geração de energia elétrica do país. “A verdade é que não tem como deixarmos de fazer hidrelétricas na Amazônia. O que temos que discutir é quais são as tecnologias que iremos usar para ter …

Para Funai, usinas são irreversíveis Leia mais »

Limpeza da área alagada reduz de 15 para três anos o tempo para iniciar a produção de peixes

Uma das medidas que estão sendo exigidas dos empreendimentos de geração hidrelétrica é a limpeza da área que será inundada após a barragem do rio. Com a retirada de árvores de valor econômico e a redução da cobertura vegetal, as usinas hidrelétricas construídas mais recentemente (ou em construção) viabilizam o aproveitamento mais rápido do lago …

Limpeza da área alagada reduz de 15 para três anos o tempo para iniciar a produção de peixes Leia mais »

Criação de peixes em represas de hidrelétricas é alternativa de renda para ribeirinhos e operários

A barragem de rios para instalação de usinas hidrelétricas causa diversos tipos de impacto sociais e ambientais. Com o objetivo de amenizar esses impactos, o Poder Público impõe condições aos investidores. Uma dessas condições (ou condicionantes, no jargão técnico) é o aproveitamento dos lagos formados pelas barragens para o desenvolvimento de atividades pesqueiras. De acordo …

Criação de peixes em represas de hidrelétricas é alternativa de renda para ribeirinhos e operários Leia mais »

Os próximos reajustes das contas de luz deverão ser em média 3% menores por causa da redução da Conta Consumo Combustível (CCC) aprovada na última terça-feira (15) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O custo total anual da CCC para este ano foi definido pela Aneel em R$ 3,2 bilhões, e no ano passado o valor ficou em R$ 5,6 bilhões. A CCC serve para financiar o uso de combustíveis para geração de energia termelétrica nos sistemas isolados, especialmente na Região Norte, que possui mais localidades não atendidas pelas linhas de transmissão que levam energia do Sistema Interligado Nacional. O encargo é pago por todos os consumidores de energia do país e os valores são fixados anualmente pela Aneel de acordo com o mercado de cada concessionária, podendo variar em função da necessidade de uso das usinas termelétricas. De acordo com o diretor da Aneel Edvaldo Santana, o montante da CCC foi reduzido neste ano por causa de três fatores. A lei que mudou os critérios do encargo, sancionada em 2009, só começou a ser implementada no ano passado, por isso existe um passivo a ser reduzido no cálculo da CCC. Além disso, a Aneel tem exigido maior eficiência das usinas termelétricas e as hidrelétricas da Região Norte geraram mais energia do que havia sido estimado, demandando complementação menor de energia térmica. Além da CCC, são cobrados outros nove encargos setoriais nas contas de luz, mais os impostos federais, estaduais e municipais. Segundo o Instituto Acende Brasil, os encargos e impostos representam 45,36% do total da conta de luz. Segundo Santana, a Aneel tem se posicionado favorável à redução de encargos. “Quanto menos, melhor”. Para o diretor da Aneel, um dos encargos que já poderiam ter sido extintos é a Reserva Global de Reversão (RGR), que foi prorrogada até 2035 e serve para constituir um fundo para indenizar possíveis reversões de concessões do serviço de energia elétrica, além de financiar a expansão e melhoria do serviço. Em entrevista à Agência Brasil, o secretário de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia, Ildo Grüdtner, disse recentemente que o governo esperava redução na CCC com a interligação dos principais sistemas isolados, como Manaus, Macapá e Boa Vista, que deve ser concluída em breve. “Com isso, o custo de geração a óleo vai reduzir muito. Ainda fica uma parte, mas a expectativa é que haja uma redução da CCC, que é um encargo que a turma reclama muito”. Edição: Davi Oliveira

Os próximos reajustes das contas de luz deverão ser em média 3% menores por causa da redução da Conta Consumo Combustível (CCC) aprovada na última terça-feira (15) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O custo total anual da CCC para este ano foi definido pela Aneel em R$ 3,2 bilhões, e no ano passado …

Os próximos reajustes das contas de luz deverão ser em média 3% menores por causa da redução da Conta Consumo Combustível (CCC) aprovada na última terça-feira (15) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O custo total anual da CCC para este ano foi definido pela Aneel em R$ 3,2 bilhões, e no ano passado o valor ficou em R$ 5,6 bilhões. A CCC serve para financiar o uso de combustíveis para geração de energia termelétrica nos sistemas isolados, especialmente na Região Norte, que possui mais localidades não atendidas pelas linhas de transmissão que levam energia do Sistema Interligado Nacional. O encargo é pago por todos os consumidores de energia do país e os valores são fixados anualmente pela Aneel de acordo com o mercado de cada concessionária, podendo variar em função da necessidade de uso das usinas termelétricas. De acordo com o diretor da Aneel Edvaldo Santana, o montante da CCC foi reduzido neste ano por causa de três fatores. A lei que mudou os critérios do encargo, sancionada em 2009, só começou a ser implementada no ano passado, por isso existe um passivo a ser reduzido no cálculo da CCC. Além disso, a Aneel tem exigido maior eficiência das usinas termelétricas e as hidrelétricas da Região Norte geraram mais energia do que havia sido estimado, demandando complementação menor de energia térmica. Além da CCC, são cobrados outros nove encargos setoriais nas contas de luz, mais os impostos federais, estaduais e municipais. Segundo o Instituto Acende Brasil, os encargos e impostos representam 45,36% do total da conta de luz. Segundo Santana, a Aneel tem se posicionado favorável à redução de encargos. “Quanto menos, melhor”. Para o diretor da Aneel, um dos encargos que já poderiam ter sido extintos é a Reserva Global de Reversão (RGR), que foi prorrogada até 2035 e serve para constituir um fundo para indenizar possíveis reversões de concessões do serviço de energia elétrica, além de financiar a expansão e melhoria do serviço. Em entrevista à Agência Brasil, o secretário de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia, Ildo Grüdtner, disse recentemente que o governo esperava redução na CCC com a interligação dos principais sistemas isolados, como Manaus, Macapá e Boa Vista, que deve ser concluída em breve. “Com isso, o custo de geração a óleo vai reduzir muito. Ainda fica uma parte, mas a expectativa é que haja uma redução da CCC, que é um encargo que a turma reclama muito”. Edição: Davi Oliveira Leia mais »

Usinas não podem colocar em xeque modos de vida das tribos, diz Funai

A Fundação Nacional do Índio (Funai) rejeita as críticas do setor elétrico e diz que os trâmites definidos em sua instrução normativa não vão provocar atrasos no licenciamento de grandes obras de infraestrutura. “Não concordo com isso. Não estamos burocratizando, pelo contrário. Sem a instrução, não teríamos como atender aos prazos da portaria interministerial”, afirma …

Usinas não podem colocar em xeque modos de vida das tribos, diz Funai Leia mais »